sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Vídeo e texto sobre tempestade solar em 2011
No seu auge, a
tempestade foi qualificada como de forte a severa pelo Laboratório
Espacial Goddard, da Nasa, nos arredores de Washington.
A tempestade de
partículas carregadas vindas do Sol --o chamado vento solar-- foi
gerada depois que a gigantesca mancha solar 1302 expeliu uma rajada
de material solar, na manhã de sábado, segundo nota da Nasa.
A mancha 1302 era
grande a ponto de poder ser vista sem telescópio a partir da Terra,
embora isso fosse desaconselhável devido aos riscos para o olho
humano. Ela tem cerca de 160 mil quilômetros de diâmetro, espaço
suficiente para caberem dez Terras lado a lado.
A tempestade solar
gerada pela ejeção de massa atingiu o nível G3, numa escala que
vai de G1 a G5, segundo a NOAA.
A "labareda"
propriamente dita foi da categoria X1,9, chegando perto do topo da
escala, mas os cientistas dizem que isso já era esperado na atual
fase do ciclo solar, que tem duração de 11 anos. O pico da
atividade solar, segundo os cientistas, vai ocorrer em meados de
2013.
As tempestades solares
podem interferir em satélites, redes elétricas e sistemas de
navegação como o GPS, mas ao que tudo indica a atual tempestade não
causou grandes transtornos. Pessoas em latitudes muito baixas podem
ter visto auroras boreais mais fortes.
Isso provavelmente
ocorreu porque a mancha solar 1302 ficava perto da borda do disco
solar que vemos da Terra. Por isso, segundo a NOAA, a tempestade
atingiu apenas "de raspão" o campo magnético que cerca o
nosso planeta.
Se tivesse atingido a
Terra em cheio, disse a agência, "a tempestade geomagnética
poderia ter atingido níveis 'severos' a 'extremos'."
A movimentação do Sol
e da Terra nos últimos três dias já colocariam a mancha em posição
frontal, mas sua atividade já parece ter diminuído, segundo os
cientistas.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Fuso horário mundial e fuso horário brasileiro.
A hora era uma característica extremamente local. Antigos
viajantes tinham que acertar o relógio toda vez que chegavam a uma cidade nova.
O acerto de horas era feito através do sol: o meio dia representava o ponto
mais alto que a estrela alcançava. Grande parte das empresas, devido a estas
irregularidades resolveram fixar cem fusos dos caminhos de ferro. Esta prática
ocorreu até 1883.
Na Grã-Bretanha, foi criada uma única hora legal para todo o
país (Inglaterra, Escócia e País de Gales), sendo o autor original desta ideia
o Dr. William Hyde Wollaston. Com isto, a prática foi se popularizando.
Great Western Railway foi a primeira companhia de trem a
utilizar a hora Greenwich Mean Time (GMT) ou Tempo Médio de Greenwich. Em 1847,
praticamente todas utilizavam este sistema.
O senador do Canadá, Sanford Fleming, em 1878, sugeriu um
sistema internacional de fusos horários. Seu pensamento era dividir a Terra em
24 faixas verticais, onde cada uma delas era um fuso de uma hora. O planeta
possui 360° de circunferência, assim sendo, cada faixa teria 15° de largura
longitudinal. Em 1879, o estudo foi publicado no jornal do Instituto do Canadá
de Toronto. Com a aprovação norte-americana, em 18 de novembro de 1883, as
linhas de trem passaram a utilizar os fusos.
Em 1884, foi realizado a Conferência Internacional do
Primeiro Meridiano, em Washington D. C., Estados Unidos. A proposta era
padronizar a utilização mundial da hora legal. Acabou sendo aceito a teoria de
Fleming. A longitude 0° passaria pelo Observatório Real de Greenwich. Os outros
fusos seriam contados positivamente para leste, e negativamente para oeste, até
ao Meridiano de 180º - o Anti-Meridiano, situado no Oceano Pacífico, onde seria
a Linha Internacional de Data.
Cálculo aproximado.
O cálculo é aproximado por questões de existir o horário de
verão e convenções políticas de cada país.
O planeta Terra possui forma geóide com circunferência de
360°, com uma revolução completa a cada 24 horas. Ou seja, para cada hora a
Terra se desloca 15°. Os fusos são determinados pelo meridiano 0 na cidade de
Greenwich, próxima a Londres. Desta forma, de quinze e quinze graus à leste, os
fusos são numerados positivamente (+1, +2, +3...+12) e a oeste negativamente
(-1, -2, -3...-12).[8][9]
Para saber o horário de alguma cidade é necessário conhecer
o meridiano que está e a posição em relação a Greenwich (leste ou oeste). O
cálculo é feito através da verificação dos fusos no mapa, subtraindo o menor do
maior. E atentando para o jogo de sinais. Depois, deve ser somada esta
diferença a hora legal se estiver a leste e subtraído caso esteja em oeste.
(Fuso maior) - (Fuso menor) = Diferença de fusos +/- hora
legal
Fusos horários brasileiros.
Em 24 de abril de 2008 a Lei Federal nº 11.662[11] reduziu a
quantidade de fusos horários do Brasil para três. São eles:
UTC −2: Atol das Rocas, Fernando de Noronha, São Pedro e São
Paulo, Trindade e Martim Vaz.
UTC −3 (horário de Brasília): regiões Sul, Sudeste e
Nordeste; estados de Goiás, Tocantins, Pará e Amapá; e o Distrito Federal.
UTC −4: estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul,
Amazonas, Rondônia, Acre e Roraima.
Especulou-se que houve este movimento por pressões das redes
de televisão para que assim facilitasse a implantação de redes alternativas
como o caso da chamada Rede Fuso, para outros fusos horários, havendo apenas
dois fusos cobrindo o território nacional (terras contínuas)[12].
Anterior à mencionada lei, um quarto fuso horário existia no
território nacional brasileiro:[13]
UTC −5: estado do Acre e porção oeste do estado do Amazonas.
Em relação ao estado do Acre, o Decreto Legislativo n.°
900/2009[14] convocou referendo, a ser realizado juntamente com as eleições de
2010, para verificar a alteração do horário legal promovida no estado. O TRE-AC
definiu que o pleito fosse realizado no dia 31 de outubro de 2010, juntamente
com o segundo turno das eleições.[15][16]
Além disso, também anterior à dita lei, o estado do Pará
possuía dois fusos horários diferentes, cabendo à parte oriental do estado o
atual fuso de todo o estado de UTC −3, enquanto à parte ocidental cabia o fuso
UTC −4.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Guerra fria (texto e link).
No fim da página está o link para quem quiser ler mais sobre o assunto.
Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de
disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União
Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial
(1945) e a extinção da União Soviética (1991). Em resumo, foi um conflito de
ordem política, militar, tecnológica, econômica, social e ideológica entre as
duas nações e suas zonas de influência.
Uma parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa
entre o capitalismo, representado pelos Estados Unidos e o socialismo,
defendido pela União Soviética (URSS). Entretanto, esta caracterização só pode
ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do
imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a década de 1950. Logo após, nos anos
1960, o bloco socialista se dividiu e durante as décadas de 1970 e 1980, a China comunista se
aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso,
muitas das disputas regionais envolveram Estados capitalistas, como os Estados
Unidos contra diversas potências locais mais nacionalistas.
É chamada "fria" porque não houve uma guerra
direta ou seja bélica, "quente", entre as duas superpotências, dada a
inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela
construção de um grande arsenal de armas nucleares foi o objetivo central
durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se na década de 1960
até à década de 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do
presidente estadunidense Ronald Reagan chamado de "Guerra nas
Estrelas".
Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano
estratégico, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um
confronto nuclear; as duas superpotências passaram a disputar poder de
influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Este processo se
caracterizou pelo envolvimento dos Estados Unidos e União Soviética em diversas
guerras regionais, onde cada potência apoiava um dos lados em guerra. Estados Unidos
e União Soviética não apenas financiavam lados opostos no confronto, disputando
influência político-ideológica, mas também para mostrar o seu poder de fogo e
reforçar as alianças regionais.
Neste contexto, os chamados países não alinhados,
mantiveram-se fora do conflito não alinhando-se aos blocos pró-URSS ou pró-EUA.
E formariam um "terceiro bloco" de países neutros: o Movimento Não
Alinhado.
Norte-americanos e soviéticos travaram uma luta ideológica,
política e econômica durante esse período. Se um governo socialista fosse
implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia
como uma ameaça à sua hegemonia; se um movimento popular combatesse um governo
aliado à soviético, logo poderia ser visto com simpatia pelos EUA e receber
apoio.
A Guerra da Coreia (1950-1953), a Guerra do Vietnã
(1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos
da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba (1962) e,
também na América do Sul, a Guerra das Malvinas (1982). Entretanto, durante
todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras
inter-estatais foi intensificado pela polarização entre EUA e URSS.
Esta polarização dos conflitos locais entre apenas dois
grandes polos de poder mundial, é que justifica a caracterização da polaridade
deste período como bipolar. Principalmente porque, mesmo que tenham existido
outras potências regionais entre 1945 e 1991, apenas EUA e URSS tinham
capacidade nuclear de segundo ataque, ou seja, capacidade de dissuasão nuclear.
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