Mostrando postagens com marcador 7ª série. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 7ª série. Mostrar todas as postagens
sábado, 4 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Guerra fria (texto e link).
No fim da página está o link para quem quiser ler mais sobre o assunto.
Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de
disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União
Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial
(1945) e a extinção da União Soviética (1991). Em resumo, foi um conflito de
ordem política, militar, tecnológica, econômica, social e ideológica entre as
duas nações e suas zonas de influência.
Uma parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa
entre o capitalismo, representado pelos Estados Unidos e o socialismo,
defendido pela União Soviética (URSS). Entretanto, esta caracterização só pode
ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do
imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a década de 1950. Logo após, nos anos
1960, o bloco socialista se dividiu e durante as décadas de 1970 e 1980, a China comunista se
aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso,
muitas das disputas regionais envolveram Estados capitalistas, como os Estados
Unidos contra diversas potências locais mais nacionalistas.
É chamada "fria" porque não houve uma guerra
direta ou seja bélica, "quente", entre as duas superpotências, dada a
inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela
construção de um grande arsenal de armas nucleares foi o objetivo central
durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se na década de 1960
até à década de 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do
presidente estadunidense Ronald Reagan chamado de "Guerra nas
Estrelas".
Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano
estratégico, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um
confronto nuclear; as duas superpotências passaram a disputar poder de
influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Este processo se
caracterizou pelo envolvimento dos Estados Unidos e União Soviética em diversas
guerras regionais, onde cada potência apoiava um dos lados em guerra. Estados Unidos
e União Soviética não apenas financiavam lados opostos no confronto, disputando
influência político-ideológica, mas também para mostrar o seu poder de fogo e
reforçar as alianças regionais.
Neste contexto, os chamados países não alinhados,
mantiveram-se fora do conflito não alinhando-se aos blocos pró-URSS ou pró-EUA.
E formariam um "terceiro bloco" de países neutros: o Movimento Não
Alinhado.
Norte-americanos e soviéticos travaram uma luta ideológica,
política e econômica durante esse período. Se um governo socialista fosse
implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia
como uma ameaça à sua hegemonia; se um movimento popular combatesse um governo
aliado à soviético, logo poderia ser visto com simpatia pelos EUA e receber
apoio.
A Guerra da Coreia (1950-1953), a Guerra do Vietnã
(1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos
da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba (1962) e,
também na América do Sul, a Guerra das Malvinas (1982). Entretanto, durante
todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras
inter-estatais foi intensificado pela polarização entre EUA e URSS.
Esta polarização dos conflitos locais entre apenas dois
grandes polos de poder mundial, é que justifica a caracterização da polaridade
deste período como bipolar. Principalmente porque, mesmo que tenham existido
outras potências regionais entre 1945 e 1991, apenas EUA e URSS tinham
capacidade nuclear de segundo ataque, ou seja, capacidade de dissuasão nuclear.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Sobre o capitalismo (parte do artigo e link)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo
Aqui está só uma parte do artigo sobre capitalismo,
acessando o link você vai até o artigo completo, boa leitura.
O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de
produção e distribuição são de propriedade privada e com fins lucrativos;
decisões sobre oferta demanda, preço, distribuição e investimentos não são
feitos pelo governo, os lucros são distribuídos para os proprietários que
investem em empresas e os salários são pagos aos trabalhadores pelas empresas.
É dominante no mundo ocidental desde o final do feudalismo. O termo capitalismo
foi criado e utilizado por socialistas e anarquistas (Karl Marx, Proudhon, Sombart)
no final do século XIX e no início do século XX, para identificar o sistema
político-econômico existente na sociedade ocidental quando se referiam a ele em
suas críticas, porém, o nome dado pelos idealizadores do sistema
político-econômico ocidental, os britânicos John Locke e Adam Smith, dentre
outros, já desde o início do século XIX, é liberalismo.
Alguns definem o capitalismo como um sistema onde todos os
meios de produção são de propriedade privada, outros o definem como um sistema
onde apenas a "maioria" dos meios de produção está em mãos privadas,
enquanto outro grupo se refere a esta última definição como uma economia mista
com tendência para o capitalismo. A propriedade privada no capitalismo implica
o direito de controlar a propriedade, incluindo a determinação de como ela é
usada, quem a usa, seja para vender ou alugar, e o direito à renda gerada pela
propriedade. O capitalismo também se refere ao processo de acumulação de
capital. Não há consenso sobre a definição exata do capitalismo, nem como o
termo deve ser utilizado como categoria analítica. Há, no entanto, pouca
controvérsia que a propriedade privada dos meios de produção, criação de
produtos ou serviços com fins lucrativos num mercado, e preços e salários, são
elementos característicos do capitalismo. Há uma variedade de casos históricos
em que o termo capitalismo é aplicado, variando no tempo, geografia, política e
cultura.
Economistas, economistas políticos e historiadores tomaram
diferentes perspectivas sobre a análise do capitalismo. Economistas costumam
enfatizar o grau de que o governo não tem controle sobre os mercados (laissez
faire) e sobre os direitos de propriedade. A maioria dos economistas políticos
enfatiza a propriedade privada, as relações de poder, o trabalho assalariado e
as classes econômicas. Há um certo consenso de que o capitalismo incentiva o
crescimento econômico, enquanto aprofunda diferenças significativas de renda e
riqueza. O grau de liberdade dos mercados, bem como as regras que definem a
propriedade privada, são questões da
política e dos políticos, e muitos Estados que são denominados economias
mistas.
O capitalismo como um sistema intencional de uma economia
mista desenvolvida de forma incremental a partir do século XVI na Europa,
embora organizações proto-capitalistas já existissem no mundo antigo e os
aspectos iniciais do capitalismo mercantil já tivessem florescido durante a
Baixa Idade Média. O capitalismo se tornou dominante no mundo ocidental depois
da queda do feudalismo. O capitalismo gradualmente se espalhou pela Europa e,
nos séculos XIX e XX, forneceu o principal meio de industrialização na maior
parte do mundo. As variantes do capitalismo são: o anarco-capitalismo, o
capitalismo corporativo, o capitalismo de compadrio, o capitalismo financeiro,
o capitalismo laissez-faire, capitalismo tardio, o neo-capitalismo, o
pós-capitalismo, o capitalismo de estado, o capitalismo monopolista de Estado e
o tecnocapitalismo.
Sobre a burguesia.

A burguesia é uma classe social que surgiu na Europa na
Idade Média (séculos XI e XII) com o renascimento comercial e urbano.
Dedicava-se ao comércio de mercadorias (roupas, especiarias,joias) e prestação
de serviços (atividades financeiras).
A formação da burguesia.
Os burgueses eram os habitantes dos burgos, que eram
pequenas cidades protegidas por muros. Como eram pessoas que trabalhavam com
dinheiro, não eram bem vistas pelos integrantes danobreza, que era quem, até
essa altura era o principal detentor do poder. Os mais pobres ficavam fora das
muralhas e eram denominados de "extraburgos".
No entanto, os burgueses sonhavam em enriquecer-se e tomar o
poder. Desprezados pelos nobres, estes burgueses eram herdeiros da classe
medieval dos vilões e, por falta de alternativas, dedicaram-se ao comércio que,
alguns séculos mais tarde, serviria de base para o surgimento do capitalismo.
Com a aparição da doutrina marxista, a partir do século XIX,
a burguesia passou a ser identificada como a classe dominante do modo de
produção capitalista e, como tal, lhe foram atribuídos os méritos do progresso
tecnológico, mas foi também responsabilizada pelos males da sociedade
contemporânea. Os marxistas cunharam também o conceito de "pequena
burguesia", que foi como chamaram o setor das camadas médias da sociedade
atual, regido por valores e aspirações da burguesia.
As igrejas do Período Medieval, além de dar o conhecimento
religioso aos cristãos, tomaram conta do ensinamento nas escolas, que ficavam
no fundo dos mosteiros, mas a burguesia proibiu a igreja de continuar a dar
aulas, quem tomara conta do ensino eram os burgueses que, além do conhecimento
religioso, ensinavam o que era preciso para ser um burguês, ou seja, ensinavam
o comércio e o conhecimento dos números.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Link sobre Estado.
Sei que tem muita coisa pra se ler, mas é legal para termos material de debate na aula, o que vocês acham?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado
Noção de paisagem.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paisagem
Considera-se paisagem a imagem resultante da síntese de
todos os elementos presentes em determinado local. Uma outra definição,
tradicional, de paisagem é a de um espaço territorial abrangido pelo olhar.
Pode ser definida como o domínio do visível, aquilo que a vista abarca. É
formada não apenas por volumes mas também por cores, movimento, odores, sons
etc. A paisagem não é espaço, pois se tirarmos a paisagem de um determinado
lugar, o espaço não deixará de existir.
O termo é normalmente usado para se referir às perspectivas
visuais existentes em cada ambiente, sendo inclusive uma categoria da pintura.
Assinar:
Postagens (Atom)