terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Fuso horário mundial e fuso horário brasileiro.
A hora era uma característica extremamente local. Antigos
viajantes tinham que acertar o relógio toda vez que chegavam a uma cidade nova.
O acerto de horas era feito através do sol: o meio dia representava o ponto
mais alto que a estrela alcançava. Grande parte das empresas, devido a estas
irregularidades resolveram fixar cem fusos dos caminhos de ferro. Esta prática
ocorreu até 1883.
Na Grã-Bretanha, foi criada uma única hora legal para todo o
país (Inglaterra, Escócia e País de Gales), sendo o autor original desta ideia
o Dr. William Hyde Wollaston. Com isto, a prática foi se popularizando.
Great Western Railway foi a primeira companhia de trem a
utilizar a hora Greenwich Mean Time (GMT) ou Tempo Médio de Greenwich. Em 1847,
praticamente todas utilizavam este sistema.
O senador do Canadá, Sanford Fleming, em 1878, sugeriu um
sistema internacional de fusos horários. Seu pensamento era dividir a Terra em
24 faixas verticais, onde cada uma delas era um fuso de uma hora. O planeta
possui 360° de circunferência, assim sendo, cada faixa teria 15° de largura
longitudinal. Em 1879, o estudo foi publicado no jornal do Instituto do Canadá
de Toronto. Com a aprovação norte-americana, em 18 de novembro de 1883, as
linhas de trem passaram a utilizar os fusos.
Em 1884, foi realizado a Conferência Internacional do
Primeiro Meridiano, em Washington D. C., Estados Unidos. A proposta era
padronizar a utilização mundial da hora legal. Acabou sendo aceito a teoria de
Fleming. A longitude 0° passaria pelo Observatório Real de Greenwich. Os outros
fusos seriam contados positivamente para leste, e negativamente para oeste, até
ao Meridiano de 180º - o Anti-Meridiano, situado no Oceano Pacífico, onde seria
a Linha Internacional de Data.
Cálculo aproximado.
O cálculo é aproximado por questões de existir o horário de
verão e convenções políticas de cada país.
O planeta Terra possui forma geóide com circunferência de
360°, com uma revolução completa a cada 24 horas. Ou seja, para cada hora a
Terra se desloca 15°. Os fusos são determinados pelo meridiano 0 na cidade de
Greenwich, próxima a Londres. Desta forma, de quinze e quinze graus à leste, os
fusos são numerados positivamente (+1, +2, +3...+12) e a oeste negativamente
(-1, -2, -3...-12).[8][9]
Para saber o horário de alguma cidade é necessário conhecer
o meridiano que está e a posição em relação a Greenwich (leste ou oeste). O
cálculo é feito através da verificação dos fusos no mapa, subtraindo o menor do
maior. E atentando para o jogo de sinais. Depois, deve ser somada esta
diferença a hora legal se estiver a leste e subtraído caso esteja em oeste.
(Fuso maior) - (Fuso menor) = Diferença de fusos +/- hora
legal
Fusos horários brasileiros.
Em 24 de abril de 2008 a Lei Federal nº 11.662[11] reduziu a
quantidade de fusos horários do Brasil para três. São eles:
UTC −2: Atol das Rocas, Fernando de Noronha, São Pedro e São
Paulo, Trindade e Martim Vaz.
UTC −3 (horário de Brasília): regiões Sul, Sudeste e
Nordeste; estados de Goiás, Tocantins, Pará e Amapá; e o Distrito Federal.
UTC −4: estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul,
Amazonas, Rondônia, Acre e Roraima.
Especulou-se que houve este movimento por pressões das redes
de televisão para que assim facilitasse a implantação de redes alternativas
como o caso da chamada Rede Fuso, para outros fusos horários, havendo apenas
dois fusos cobrindo o território nacional (terras contínuas)[12].
Anterior à mencionada lei, um quarto fuso horário existia no
território nacional brasileiro:[13]
UTC −5: estado do Acre e porção oeste do estado do Amazonas.
Em relação ao estado do Acre, o Decreto Legislativo n.°
900/2009[14] convocou referendo, a ser realizado juntamente com as eleições de
2010, para verificar a alteração do horário legal promovida no estado. O TRE-AC
definiu que o pleito fosse realizado no dia 31 de outubro de 2010, juntamente
com o segundo turno das eleições.[15][16]
Além disso, também anterior à dita lei, o estado do Pará
possuía dois fusos horários diferentes, cabendo à parte oriental do estado o
atual fuso de todo o estado de UTC −3, enquanto à parte ocidental cabia o fuso
UTC −4.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Guerra fria (texto e link).
No fim da página está o link para quem quiser ler mais sobre o assunto.
Guerra Fria é a designação atribuída ao período histórico de
disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União
Soviética, compreendendo o período entre o final da Segunda Guerra Mundial
(1945) e a extinção da União Soviética (1991). Em resumo, foi um conflito de
ordem política, militar, tecnológica, econômica, social e ideológica entre as
duas nações e suas zonas de influência.
Uma parte dos historiadores defende que esta foi uma disputa
entre o capitalismo, representado pelos Estados Unidos e o socialismo,
defendido pela União Soviética (URSS). Entretanto, esta caracterização só pode
ser considerada válida com uma série de restrições e apenas para o período do
imediato pós-Segunda Guerra Mundial, até a década de 1950. Logo após, nos anos
1960, o bloco socialista se dividiu e durante as décadas de 1970 e 1980, a China comunista se
aliou aos Estados Unidos na disputa contra a União Soviética. Além disso,
muitas das disputas regionais envolveram Estados capitalistas, como os Estados
Unidos contra diversas potências locais mais nacionalistas.
É chamada "fria" porque não houve uma guerra
direta ou seja bélica, "quente", entre as duas superpotências, dada a
inviabilidade da vitória em uma batalha nuclear. A corrida armamentista pela
construção de um grande arsenal de armas nucleares foi o objetivo central
durante a primeira metade da Guerra Fria, estabilizando-se na década de 1960
até à década de 1970 e sendo reativada nos anos 1980 com o projeto do
presidente estadunidense Ronald Reagan chamado de "Guerra nas
Estrelas".
Dada a impossibilidade da resolução do confronto no plano
estratégico, pela via tradicional da guerra aberta e direta que envolveria um
confronto nuclear; as duas superpotências passaram a disputar poder de
influência política, econômica e ideológica em todo o mundo. Este processo se
caracterizou pelo envolvimento dos Estados Unidos e União Soviética em diversas
guerras regionais, onde cada potência apoiava um dos lados em guerra. Estados Unidos
e União Soviética não apenas financiavam lados opostos no confronto, disputando
influência político-ideológica, mas também para mostrar o seu poder de fogo e
reforçar as alianças regionais.
Neste contexto, os chamados países não alinhados,
mantiveram-se fora do conflito não alinhando-se aos blocos pró-URSS ou pró-EUA.
E formariam um "terceiro bloco" de países neutros: o Movimento Não
Alinhado.
Norte-americanos e soviéticos travaram uma luta ideológica,
política e econômica durante esse período. Se um governo socialista fosse
implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia
como uma ameaça à sua hegemonia; se um movimento popular combatesse um governo
aliado à soviético, logo poderia ser visto com simpatia pelos EUA e receber
apoio.
A Guerra da Coreia (1950-1953), a Guerra do Vietnã
(1962-1975) e a Guerra do Afeganistão (1979-1989) são os conflitos mais famosos
da Guerra Fria. Além da famosa tensão na Crise dos mísseis em Cuba (1962) e,
também na América do Sul, a Guerra das Malvinas (1982). Entretanto, durante
todo este período, a maior parte dos conflitos locais, guerras civis ou guerras
inter-estatais foi intensificado pela polarização entre EUA e URSS.
Esta polarização dos conflitos locais entre apenas dois
grandes polos de poder mundial, é que justifica a caracterização da polaridade
deste período como bipolar. Principalmente porque, mesmo que tenham existido
outras potências regionais entre 1945 e 1991, apenas EUA e URSS tinham
capacidade nuclear de segundo ataque, ou seja, capacidade de dissuasão nuclear.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Sobre o capitalismo (parte do artigo e link)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capitalismo
Aqui está só uma parte do artigo sobre capitalismo,
acessando o link você vai até o artigo completo, boa leitura.
O capitalismo é um sistema econômico em que os meios de
produção e distribuição são de propriedade privada e com fins lucrativos;
decisões sobre oferta demanda, preço, distribuição e investimentos não são
feitos pelo governo, os lucros são distribuídos para os proprietários que
investem em empresas e os salários são pagos aos trabalhadores pelas empresas.
É dominante no mundo ocidental desde o final do feudalismo. O termo capitalismo
foi criado e utilizado por socialistas e anarquistas (Karl Marx, Proudhon, Sombart)
no final do século XIX e no início do século XX, para identificar o sistema
político-econômico existente na sociedade ocidental quando se referiam a ele em
suas críticas, porém, o nome dado pelos idealizadores do sistema
político-econômico ocidental, os britânicos John Locke e Adam Smith, dentre
outros, já desde o início do século XIX, é liberalismo.
Alguns definem o capitalismo como um sistema onde todos os
meios de produção são de propriedade privada, outros o definem como um sistema
onde apenas a "maioria" dos meios de produção está em mãos privadas,
enquanto outro grupo se refere a esta última definição como uma economia mista
com tendência para o capitalismo. A propriedade privada no capitalismo implica
o direito de controlar a propriedade, incluindo a determinação de como ela é
usada, quem a usa, seja para vender ou alugar, e o direito à renda gerada pela
propriedade. O capitalismo também se refere ao processo de acumulação de
capital. Não há consenso sobre a definição exata do capitalismo, nem como o
termo deve ser utilizado como categoria analítica. Há, no entanto, pouca
controvérsia que a propriedade privada dos meios de produção, criação de
produtos ou serviços com fins lucrativos num mercado, e preços e salários, são
elementos característicos do capitalismo. Há uma variedade de casos históricos
em que o termo capitalismo é aplicado, variando no tempo, geografia, política e
cultura.
Economistas, economistas políticos e historiadores tomaram
diferentes perspectivas sobre a análise do capitalismo. Economistas costumam
enfatizar o grau de que o governo não tem controle sobre os mercados (laissez
faire) e sobre os direitos de propriedade. A maioria dos economistas políticos
enfatiza a propriedade privada, as relações de poder, o trabalho assalariado e
as classes econômicas. Há um certo consenso de que o capitalismo incentiva o
crescimento econômico, enquanto aprofunda diferenças significativas de renda e
riqueza. O grau de liberdade dos mercados, bem como as regras que definem a
propriedade privada, são questões da
política e dos políticos, e muitos Estados que são denominados economias
mistas.
O capitalismo como um sistema intencional de uma economia
mista desenvolvida de forma incremental a partir do século XVI na Europa,
embora organizações proto-capitalistas já existissem no mundo antigo e os
aspectos iniciais do capitalismo mercantil já tivessem florescido durante a
Baixa Idade Média. O capitalismo se tornou dominante no mundo ocidental depois
da queda do feudalismo. O capitalismo gradualmente se espalhou pela Europa e,
nos séculos XIX e XX, forneceu o principal meio de industrialização na maior
parte do mundo. As variantes do capitalismo são: o anarco-capitalismo, o
capitalismo corporativo, o capitalismo de compadrio, o capitalismo financeiro,
o capitalismo laissez-faire, capitalismo tardio, o neo-capitalismo, o
pós-capitalismo, o capitalismo de estado, o capitalismo monopolista de Estado e
o tecnocapitalismo.
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